Circular Informativa nº 57, de 03 de junho de 2020 – Escolas e Creches – Procedimentos a adotar perante a identificação de um caso confirmado de infeção por SARS-CoV-2

Para: Delegações de Saúde Concelhias (C/c Secretaria Regional da Solidariedade
Social; Secretaria Regional da Educação e Cultura; Hospitais, EPER; Unidades de
Saúde de Ilha; Coordenadora Regional de Saúde Pública e Serviço Regional de
Proteção Civil e Bombeiros dos Açores)
Assunto: Escolas e Creches – Procedimentos a adotar perante a identificação de
um caso confirmado de infeção por SARS-CoV-2
Fonte: Direção Regional da Saúde
Contacto na DRS: sres-drs@azores.gov.pt

Class.:C/C. C/F.

Considerando o atual contexto epidemiológico da pandemia COVID-19, bem como a
fase de retoma das atividades económicas e sociais, importa definir, com carácter
transitório, regras de atuação uniformes perante a identificação de casos confirmados
de infeção por SARS-CoV-2 em Creches e Escolas.
Neste contexto, informa-se o seguinte:
• Procedimento perante a identificação de um caso positivo em Escolas:

  1. O caso positivo fica em confinamento obrigatório até à cura. Se o caso positivo for uma criança, deverá ficar no domicílio, preferencialmente ao cuidado de pessoa saudável que garanta que são cumpridas as medidas de confinamento (do cuidador e criança em relação à restante família). O cuidador e a restante família deverão ser testados para SARS-CoV-2 caso desenvolvam sintomas durante o período de confinamento. Aquando da realização dos testes de cura ao caso positivo, toda a família nuclear deverá ser testada para SARS-CoV-2.
  2. Os contatos da mesma turma (discentes), bem como qualquer outro contato próximo considerado de alto risco pelas Autoridades de Saúde Concelhias, ficam em isolamento profilático e vigilância durante 14 dias.
  3. Os contatos indicados no ponto 2 devem ser testados para SARS-CoV-2 no final dos 14 dias.
    • Procedimento perante a identificação de um caso positivo em Creches:
  4. O caso positivo fica em confinamento obrigatório até à cura. Se o caso positivo for uma criança, deverá ficar no domicílio, preferencialmente ao cuidado de pessoa saudável que garanta que são cumpridas as medidas de confinamento (do cuidador e criança em relação à restante família). O cuidador e a restante família deverão ser testados para SARS-CoV-2 caso desenvolvam sintomas durante o período de confinamento. Aquando da realização dos testes de cura ao caso positivo, toda a família nuclear deverá ser testada para SARS-CoV-2.
  5. Os contatos da mesma sala, bem como qualquer outro contato próximo considerado de alto risco pelas Autoridades de Saúde Concelhias, ficam em isolamento profilático e vigilância durante 14 dias.
  6. As pessoas adultas consideradas como contactos próximos de alto risco deverão ser testadas para SARS-CoV-2 no final dos 14 dias.
  7. As crianças consideradas como contactos próximos de alto risco deverão ficar em isolamento profilático e vigilância durante 14 dias, no domicílio, preferencialmente ao cuidado de pessoa saudável que garanta que são cumpridas as medidas de confinamento (do cuidador e criança em relação à restante família). O cuidador e a restante família nuclear deverão ser testados para SARS-CoV-2 no final dos 14 dias mesmo que assintomáticos durante esse período.

Anexo: Circular Informativa n.º 57 de 2020

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